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Tecnologia a serviço da sua recuperação

Câmaras hiperbáricas, respirador e oximetria transcutânea, operados por equipe treinada em medicina hiperbárica.

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Câmaras hiperbáricas

Equipamentos resistentes à pressão onde o paciente respira oxigênio a 100%. O Conselho Federal de Medicina reconhece dois tipos.

1 paciente

Câmara monoplace

Um cilindro de acrílico transparente, onde o paciente fica deitado durante toda a sessão.

Pressurizada, em geral, com oxigênio

Paciente sempre à vista da equipe, com comunicação por interfone

Atendimento individual e confortável

Vários pacientes

Câmara multiplace

Uma sala pressurizada com espaço para vários pacientes, sentados ou deitados.

Pressurizada com ar comprimido; o oxigênio vem por máscara ou capuz

Um profissional de saúde pode acompanhar os pacientes lá dentro

Permite atender casos graves, inclusive com ventilação mecânica

Monoplace Multiplace
Capacidade 1 paciente Vários ao mesmo tempo
Pressurização Em geral, com oxigênio Com ar comprimido
Como se respira O₂ O próprio ambiente da câmara Máscara, capuz ou respirador
Acompanhamento De fora, com contato visual e por voz Profissional pode entrar junto
Mais indicada para Pacientes que dispensam assistência direta Pacientes que precisam de assistência direta, inclusive graves
VENTILAÇÃO

Respirador hiperbárico

Alguns pacientes com indicação de oxigenoterapia estão internados em estado grave e não conseguem respirar sozinhos.

Respiradores comuns não funcionam bem sob pressão: volumes e fluxos se alteram. O respirador hiperbárico é projetado e testado para esse ambiente e mantém a ventilação precisa durante toda a sessão.

Pacientes de UTI

Intubados podem receber OHB sem interromper a ventilação mecânica.

Tratamento no tempo certo

Infecções necrotizantes, queimaduras extensas e intoxicação por monóxido de carbono tratadas com urgência.

Controle contínuo

Parâmetros respiratórios ajustados com segurança na pressurização e na despressurização.

Oxímetro transcutâneo

O exame mede a pressão de oxigênio nos tecidos (TcPO₂) com sensores colocados sobre a pele.

Diferente do oxímetro de dedo, que mede a saturação do sangue, ele mostra quanto oxigênio está de fato chegando a uma região específica, como a área ao redor de uma ferida.

Como é o exame

Simples, indolor e não invasivo. Sensores adesivos são fixados na pele e as medições são feitas com você em repouso, podendo ser repetidas durante a respiração de oxigênio.

Avalia a ferida

Identifica áreas com pouco oxigênio, que tendem a cicatrizar com dificuldade.

Seleciona pacientes

Ajuda a prever quem terá boa resposta à oxigenoterapia.

Acompanha a evolução

Mostra, ao longo das sessões, se a oxigenação está melhorando.

Apoia decisões cirúrgicas

Auxilia na definição de níveis de amputação e na viabilidade de enxertos.

Segurança em cada sessão

Nossa rotina segue as Diretrizes de Segurança, Qualidade e Ética da Sociedade Brasileira de Medicina Hiperbárica.

Operação por equipe treinada

Técnicos com formação em medicina hiperbárica em todas as sessões.

Checagem antes de cada sessão

Avaliação do paciente e dos equipamentos antes da pressurização.

Monitoramento contínuo

Pressão, tempo e condições do paciente acompanhados durante todo o tratamento.

Manutenção preventiva

Equipamentos revisados periodicamente, com registro de controle.

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